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Leia aqui as notícias, crônicas e reportagens importantes sobre crimes na internet.
Abaixo o Guia Prático Para Atuação da Polícia Militar nos casos que envolvam crianças e adolecentes.


     Clique no Livro    Livro disponível para leitura e / ou download. (versão em PDF). CEDECA
    Este guia informa e orienta os Policiais Militares como devem proceder em ocorrências envolvendo criança
ou adolescente, observando o que estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA.

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>>> CAMPANHA NACIONAL PELO FIM DA EXPLORAÇÃO SEXUAL INFANTO - JUVENIL E PEDOFILIA NA INTERNET <<<

P A R T I C I P E !!!
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" Tendo como principal meio de divulgação a Internet, a pedofilia movimenta bilhões de dólares por ano e expõe crianças indefesas a abusos que nem adultos surpotariam ... "

Não espere que aconteça com você ou seus parentes e amigos.
Saiba o que você pode fazer clicando abaixo

Precisamos ter leis específicas para crimes cometidos na internet.
Desejamos ver aprovados os Projetos de Lei nº 84 de 1999 e nº 3016 de 2000.


  Saiba AQUI tudo sobre a Campanha e como pode participar  

  "Uma campanha do site: www.censura.com.br"
Apoio: A Casa do Peu  



CLIQUE AQUI - Delegacia Digital SSP/BA- CLIQUE AQUI

CLIQUE AQUI - Estatuto do Idoso / PDF - CLIQUE AQUI
CLIQUE AQUI - Estatuto do Idoso (Senado Federal) / PDF - CLIQUE AQUI
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CLIQUE AQUI - Estatuto da Criança e Adolescente (Português) - CLIQUE AQUI
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DISQUE DENÚNCIA NACIONALDISQUE DENÚNCIA NACIONAL   DISQUE 100 DISQUE DENÚNCIA NACIONAL DISQUE DENÚNCIA NACIONAL
                     DE ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTE
Diariamente, inclusive sábados, domingos e feriados, das 8 às 22 horas.
Ligação gratuita.
ATENÇÃO: Não é preciso se identificar, preservando assim a identidade do denunciante.
TELEFONE: Basta discar o número 100

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  Zappeando.
  O que saiu na Imprensa

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NOTÍCIAS  

         Aprovada proposta permitindo o fechamento de hotéis que hospedarem menores sem o consentimento dos pais.

         Os hotéis, pensões, motéis ou congêneres que hospedarem reiteradamente crianças ou adolescentes desacompanhados dos pais ou responsáveis, ou sem autorização destes, poderão ser fechados definitivamente e ter ainda a licença cassada se comprovada a reincidência da prática em perí­odo inferior a 30 dias. Substitutivo com esse objetivo, apresentado ao projeto de lei (PLS 255/04) elaborado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre a Exploração Sexual, foi aprovado nesta quarta-feira (13) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

         Com base no texto do substitutivo de origem da Câmara dos Deputados e acolhido pela relatora, senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), a pena para quem hospedar criança ou adolescente naquelas condições será de multa. No caso de reincidência, sem prejuí­zo de nova multa, a autoridade judiciária poderá ainda determinar o fechamento do estabelecimento por até 15 dias.

         O projeto propõe alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90). A atual legislação fixa multa de dez a 50 salários mí­nimos de referência. O substitutivo não fixa os valores das multas. A lei em vigor já prevê, em caso de reincidência, a possibilidade de fechamento do estabelecimento por até 15 dias, mas não trata nem do fechamento definitivo dos hotéis e congêneres nem da cassação da licença.

         Após a votação na CCJ, a proposta segue para votação em Plenário.

         Veículo de Publicação : Ag. Câmara de Notí­cias

         Data : 14-08-2008


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ENTREVISTA  


Brasília, 24 de março de 2006 - nº. 31

Patrícia Saboya: "Não me admira que as crianças nas favelas tenham os traficantes como ídolos"

[Foto: Senadora Patrícia Saboya concede entrevista]

O Brasil inteiro iniciou a semana corrente mergulhado num misto de comoção, incômodo e choque: as imagens impressionantes do documentário "Falcão - Meninos do Tráfico", produzido pelo rapper MV Bill e pelo coordenador da Central Única das Favelas (CUFA), Celso Athayde, e veiculadas no domingo (19) pelo programa Fantástico, da Rede Globo, repercutiram na Tribuna do Senado. Diversos parlamentares abordaram o vídeo, que retrata a realidade de crianças e adolescentes envolvidas no tráfico de drogas em favelas de todo o país.

No mesmo domingo, o jornal O Globo deu início a uma série de reportagens sobre o submundo da prostituição infantil, relatando que meninas do Paraná prestam serviços sexuais a preços que partem do "valor simbólico" de R$ 1,99. Foi muito para a senadora Patrícia Saboya Gomes (PSB-CE). Em discurso emocionado, Patrícia cobrou do Congresso Nacional medidas urgentes para o resgate de "seus" meninos e meninas.

Primeira mulher eleita senadora pelo estado do Ceará, Patrícia Saboya fez da luta pelos direitos da criança e do adolescente seu "projeto de vida". É vice-presidente da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), integrante das comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Desenvolvimento Regional, coordenadora, no Senado, da Frente Parlamentar em Defesa da Criança e do Adolescente e foi presidente, de julho de 2003 a julho de 2004, da CPMI da Exploração Sexual.

Nesta entrevista à Agência Senado, Patrícia fala sobre a alegria de ter dado voz às pequenas vítimas do aliciamento, mas expressa, sobretudo, uma profunda indignação diante da impunidade e do descaso do Poder Público e do próprio Legislativo.

A revolta da senadora se justifica: a imprensa procurou autoridades de algumas das cidades em que a CPMI da Exploração Sexual realizou diligências e verificou que a realidade pouco se alterou desde o fim dos trabalhos da comissão - segundo o jornal, 17 das principais organizações criminosas identificadas pelo colegiado continuam atuando.

Para Patrícia, no entanto, o que importa é que o tema está em pauta. "Hoje se tem muito mais informações sobre o assunto do que se tinha há três anos. E eu não me arrependo nem um minuto de ter acreditado naquelas crianças", disse ela.

Agência Senado - Senadora, a senhora está perdendo as esperanças?Patrícia Saboya - Não é bem isso. Ao mesmo tempo em que nos causa grande indignação ver retratada nos meios de comunicação a situação de abandono da infância no nosso país, saber que esse assunto está sendo trazido para a agenda não deixa de ser uma conquista e uma vitória. É importante que as famílias tratem desse assunto dentro de casa. Essa não é uma tarefa de um ou dois, mas de toda a sociedade.

AS - A senhora presidiu a CPMI da Exploração Sexual. O que essa experiência representou para sua vida, do ponto de vista pessoal e político?
PS - A experiência me amadureceu muito. Desde muito jovem milito na área da infância e da juventude, mas, com a CPI, vi de perto uma realidade muito doída, de meninas e meninos - ouvimos muitos relatos de estupro de meninos - que perdem sua vida. A exploração sexual deixa marcas não só no corpo, mas na alma e no coração. Com 13, 14 anos, essas pessoas já se sentem velhas e acham que já viveram o que tinham que viver, que não servem mais para nada. As redes criminosas atraem as crianças mexendo com seus sonhos, com seu imaginário, e elas, de repente, se vêem envolvidas no mundo do tráfico de drogas e armas, do trabalho forçado, humilhante. As famílias, por pobreza ou ignorância, ou são coniventes ou acabam surpreendidas ao se dar conta de que seus filhos foram absorvidos por essas teias. Depois do que eu presenciei em 22 estados brasileiros - crianças lindas, que romperam com o medo e a vergonha e foram capazes de mostrar seu rostinho, ainda tão pequeno, para um monte de senadores e deputados - me senti uma pessoa muito melhor. No dia-a-dia, às vezes, deixamos de valorizar coisas como um sorriso, uma lágrima, um apelo ou um pedido de socorro de uma criança.

AS - Quais foram os resultados práticos do trabalho da comissão?
PS - Conseguimos construir uma nova legislação, modificando o Código Penal Brasileiro, que continha uma série de preconceitos e tabus - retiramos, por exemplo, expressões como "mulher honesta". Ele foi alterado de tal forma que passa a abordar as relações afetivas e de desejo entre as pessoas, mas sem deixar de prever providências quando isso sair da esfera pessoal e se tornar um crime. Nesses casos, as penas foram endurecidas para combater a exploração sexual de crianças e adolescentes. Outro avanço foi a inclusão dos homens como vítimas da violência sexual. O relatório foi entregue ao ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Fizemos uma série de recomendações, entre elas a apuração urgente dos casos que consideramos mais emblemáticos. Além disso, o debate foi colocado na pauta e nas ruas, o que foi o nosso maior êxito. Hoje, se tem muito mais informações sobre o assunto do que se tinha há três anos. E não se pode esquecer de que foi a primeira vez em que uma CPI deu voz às crianças. Não me arrependo nem um minuto de ter acreditado nelas.

AS - O que falta ser feito no âmbito do Congresso Nacional?
PS - As modificações propostas foram aprovadas no Senado, mas a Câmara dos Deputados, depois de um ano, ainda não votou os projetos. Tenho feito um apelo constante nesse sentido, mas acho que ainda não houve sensibilidade.

AS - Qual a razão dessa falta de prioridade, na sua opinião?
PS - Ninguém lê a Constituição. Isso é desesperador, porque uma das atribuições mais importantes do Parlamento é servir de interlocução para aqueles que não têm acesso aos tapetes azuis e verdes do Senado e da Câmara. Como representantes, não podemos nos esquecer do que as pessoas sonham e do Brasil em que nós vivemos. Por trás desses juros, desses PIBs, dessas coisas todas, tem gente, gente que não pode esperar, porque pode morrer amanhã.

AS - A prostituição infantil ainda é uma realidade. Reportagens recentes mostram que os criminosos investigados pela CPI continuam impunes.
PS - Sim. Depois de muito tempo, infelizmente, não vimos muita coisa andando. Me revolta saber que aqueles pais de família, teoricamente acima de quaisquer suspeitas, que seduziram crianças pobres, ainda vivem em liberdade. As crianças tiveram suas vidas destruídas. Muitas estão aí, grávidas, viciadas, se prostituindo, enquanto esses bandidos desfrutam da comodidade do seu lar.Mas o que me revolta mais é a apatia em relação à necessidade de proteção dos nossos filhos. O olhar dos governantes ainda é um olhar frio, de estatísticas. Alguns, com medo da violência, acham que o caminho mais curto é penalizar a juventude. Mas como castigar um jovem de quem já foi tirado tudo e com quem o país já tem uma dívida enorme? Não me admira que as crianças das favelas tenham os traficantes como ídolos. Elas não têm outras referências. Mas elas ainda têm sonhos. Podem até matar, mas a vida ainda está lá dentro. Cabe a nós, como Estado e como família, tentarmos resgatar isso.

AS - O que a levou, ao longo de sua carreira, a levantar a bandeira da infância e da adolescência?
PS - Não sei. Acho que é a minha missão. É um projeto de vida; não é um projeto político. Talvez nem renda tanto voto, mas nunca vou abandonar essa causa.

Raíssa Abreu / Repórter da Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Gabinete da Senadora Patrícia Saboya Gomes
Fones: (61) 3311.2301/2302
e-mail: patricia@senadora.gov.br
Site: www.senadorapatricia.com.br
Produção e Edição: Mariana Monteiro e  Patrícia Andrade
Editoração: Marcio Sanchez

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UNICEF REVELA
3500 CRIANÇAS MORREM ANUALMENTE DEVIDO A ABUSOS


A cada ano, quase 3500 crianças de idade inferior aos 15 anos morrem em razão de maltratos no mundo industrializado, revela um relatório da UNICEF divulgado em Genebra, no qual se fica sabendo que 80% das pessoas que praticam tais atos são pais naturais, que têm problemas como uso excessivo de álcool ou de entorpecentes. Na Itália, Noruega e Espanha os maltratos se mostram um fenômeno pouco difundido, enquanto que na França e na Bélgica os abusos são mais marcantes.



Mãe queima as mãos dos três filhos
Reportagem
Nossos agradecimentos a A Tarde


MENINOS ESTÃO SOB CUIDADOS DO CONSELHO TUTELAR
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As crianças sofreram queimaduras com uma colher porque

comeram feijão e esqueceram de deixar a parte da mãe.

FEIRA DE SANTANA (BAHIA) - Miséria, família desestruturada, desespero. Três crianças, dois gêmeos de 4 anos e um menino de 3, nasceram sentindo na pele essa dramática situação. E, agora, tiveram o corpo marcado, com uma colher quente, porque mataram a fome e esqueceram da mãe, Maria Josete, que sempre os deixou trancados em casa.

Um dos gêmeos e o menino de 3 anos tiveram queimaduras graves, a ponto de estar com as mãos enfaixadas. O outro sofreu queimaduras leves, mas as marcas são visíveis.

Maria Josete esquentou a colher, que eles usavam para comer, e não teve dó nem piedade: castigou-os porque eles desrespeitaram o racionamento de uma pequena quantidade de feijão, a única comida em casa.

Os meninos estão sob os cuidados do Conselho Tutelar de Feira de Santana, no Orfanato Associação Cristã Nacional.

Maria Josete e as crianças moravam numa casa humilde na Rua Campos Sales, 460, bairro Ponto Central, alugada por R$ 90, de propriedade do aposentado Nemésio Ferreira.

“Só tinha um mês que ela estava aqui. Sempre saía e deixava os meninos aí trancados. Eu ficava com pena e comprava pão para eles”, contou Ferreira. “Papai tá no céu. Ela bate na gente com o cinto. Ela queimou a gente, mas depois deu (pediu) desculpas”, contou um dos meninos.

Vizinhos de uma vila de quartos onde Maria Josete morava antes informaram que ela sempre saía à noite e deixava os filhos trancados em casa. Ninguém soube informar ao certo o que faz para manter os três filhos. “A mulher disse que fazia faxina por aí”, disse Nemésio Ferreira.

Castigo - Maria Josete foi presa, ontem à tarde, e disse à polícia que agiu dessa forma porque ficou desesperada quando se viu com fome. “Reparti o feijão para nós quatro. Enquanto eles comiam fui ao supermercado, mas quando retornei percebi que eles tinham comido minha parte. Fiquei sem nada. O desespero subiu à cabeça e resolvi puni-los”, disse a mulher.

Na última sexta-feira, segundo a polícia, ela teria viajado e deixado as crianças trancadas em casa. A denúncia foi feita e partir daí as crianças foram resgatadas. Ontem à tarde, ela foi detida na Avenida Getúlio Vargas, próximo ao Terminal Rodoviário de Feira de Santana.

Dizendo-se arrependida pelo que fez e chorando muito, Maria Josete afirmou que amava os filhos e que saía em busca de emprego para sustentá-los, já que vivia apenas com o que tinha deixado o pai do filho mais novo, que morreu, recentemente, deixando-lhe uma pensão de R$ 260.

A delegada Dorian dos Reis Soares encaminhou as crianças para que sejam submetidas a exame de corpo de delito. Se os ferimentos forem considerados graves, o juiz da comarca de Feira, Valter Ribeiro, pedirá a prisão preventiva de Josete. A delegada explicou ainda que mãe e filhos passarão por um acompanhamento psicológico.

Edson Borges e Gerson dos Santos

Não seja conivente. Denuncie sempre.
Sua denúncia será anônima e investigada por uma equipe treinada para isso e as medidas cabíveis serão adotadas.


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Criança Renal - Ajude
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Criança Renal - Ajude
Nem todos são pedófilos
Artigo
Nossos agradecimentos ao Correio da Bahia

Marlene Vaz*

Nem todos os abusadores sexuais de crianças e adolescentes são pedófilos. Há os agressores sexuais, que são circunstanciais, pelas relações de gênero fortemente marcadas pela dominação do homem sobre a mulher, adicionadas a outras causas. Estes parecem ser atraídos especialmente por meninas (e mulheres), devem ser punidos pela lei e acompanhados por psicólogos.

A outra categoria de abusador são os pedófilos, que têm uma doença ou psicopatia cuja causa se desconhece e, ao receberem a pena imposta por esse crime, devem ser tratados por psiquiatras. São notadamente homens, sentem atração por bebês, crianças e adolescentes de qualquer sexo.

Os pedófilos programaram fazer uma mega-passeata em Nova York, em 2001, com velas acesas, em "apoio às pessoas que gostam de fazer sexo com crianças e adolescentes". Pediram apoio das minorias americanas, mas (felizmente!) não foram atendidos e o desatino não se concretizou. Os homossexuais americanos responderam que pedofilia não era uma opção sexual como o homossexualismo, mas sim um desvio sexual.

Com isso, alerto que a pedofilia nada tem a ver com homossexualismo. Temo que os homossexuais paguem, desta vez, a conta social dos pedófilos. Pode ser que haja pedófilos que sejam também homossexuais, mas não necessariamente.

O fato dos vitimados recentes serem na maioria meninos pode ser explicado pela liberdade cultural que têm de ir para as ruas mais cedo do que as meninas. No caso da Igreja Católica, a determinação de que a celebração da missa seja privilégio do sexo masculino facilita a presença de púberes e adolescentes em torno de padres pedófilos. Os sites de pedofilia incluem fotos ou simulações de meninas e meninos em poses pornográficas.

Da mesma forma, nem todos os médicos, padres, professores e radialistas são pedófilos. Temo que haja uma retração na escolha de profissionais homens, um novo preconceito. Sugiro, diante dos escândalos de pedofilia no Brasil, que as crianças e os adolescentes fiquem atentos aos exagerados assédios de sedução, acompanhados de dinheiro e presentes. Quanto aos pais, irmãos, avós, tios, primos e padrinhos, protejam suas crianças e adolescentes com a tática da "liberdade vigiada" e, por favor, não tenham medo de abraçá-los e beijá-los, dizendo palavras carinhosas, fortalecendo a auto-estima e ensinado-os a amar de maneira sadia. Felizmente, nem todos são pedófilos.

* Marlene Vaz é socióloga e co-autora do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.

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Notícias Gerais

O Ministério Público da Bahia firmou um convênio de cooperação técnica com a Polícia Federal, Centro de Defesa da Criança e Adolescente (Cedeca) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para disponibilizar uma página na internet destinada a denúncias da prática da pedofilia.

O convênio foi assinado no Othon Palace Hotel, durante a abertura da semana O Ministério Público e os Desafios do 3º Milênio. De acordo com a parceria, o MP será responsável pela elaboração da home page e vai criar uma espécie de formulário para receber da população denúncias sobre a ocorrência de fatos de pornografia infantil na rede mundial de computadores.

A Polícia Federal, através do seu Núcleo de Informática, fará as investigações dos crimes de pedofilia registrados pelo sistema, efetivando os encaminhamentos legais necessários. Ainda de acordo com o documento, os parceiros promoverão cursos, seminários e palestras de atualização a respeito da prática de pedofilia via internet.

"A criação do linque reforça ainda mais a luta contra os crimes na internet", manifestou o procurador geral do MP, Fernando Steiger Tourinho de Sá, reforçando a necessidade de uma legislação específica para punir as pessoas que expõem na internet cenas de sexo envolvendo menores.


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Mãe abandona bebê no centro da cidade
Artigo
Nossos agradecimentos a Tribuna da Bahia

Uma criança de dois meses do sexo feminino foi abandonada pela mãe em pleno asfalto, às 4h30 da madrugada de segunda-feira. A violência contra a menor ocorreu na Rua do Gravatá, centro da cidade do Salvador. A menina foi encontrada despida e chorando muito por um morador da rua, Tarcísio Lima dos Santos.

Preocupado com estado da criança, Tarcísio a levou para a Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur), no Pelourinho, onde foi encaminhada ao Juizado da Infância e Juventude. A mãe da menor, segundo informações de moradores da área é usuária de drogas e vive perambulando pelo Gravatá e adjacências.

Na maioria das vezes, a violência contra a criança, começa no berço, em sua própria casa junto a sua própria família.

Cidade vai sediar encontro sobre pedofilia na internet
Dois milhões de imagens de sexo com crianças circulam na rede de computadores
Reinaldo Braga
Nossos agradecimentos ao Correio da Bahia

Embaixador do Canadá visita o Cedeca e promete combater a pedofilia na internet

O Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca) vai reunir em Salvador os principais nomes da luta contra a pedofolia na internet, no maior encontro do gênero já realizado no país. Previsto para ocorrer em outubro deste ano, o evento vai discutir, entre outros assuntos, a criação de uma legislação para esse tipo de crime, ainda sem tipificação nas leis brasileiras. Entre os debatedores, o francês Hasmich Maccloch, responsável pelo departamento de crimes contra a criança da Interpol, na França. Segundo números do Cedeca, o crime já seria a principal ocorrência na internet nos registros da Polícia Federal. Desde o ano passado, o Cedeca vem monitorando a rede em busca de criminosos.

O trabalho, executado por estudantes de informática da Faculdade Jorge Amado, ainda está em fase incipiente. "Ainda é novidade esse tipo de crime no Brasil. É difícil se chegar aos infratores e mais ainda puni-los", revelou a coordenadora de projetos do Cedeca, Aparecida de Roussan, durante visita à sede da entidade, na tarde de ontem, do embaixador do Canadá Jean Juneau. O país é um dos principais financiadores do centro.

Aparecida explica que a I Conferência Internacional sobre Pedofilia na Internet pretende despertar a sociedade brasileira para o crescimento da pedofilia na rede. O encontro, que deverá reunir cerca de 120 especialistas de diversas partes do mundo, deve ser precedido de um fórum nacional, previsto para ocorrer até junho. Os convidados seriam promotores, membros da sociedade organizada e a integrantes da Polícia Federal, a quem cabe a apuração desse tipo de crime no Brasil.

A iniciativa, preparatória para a conferência, faz parte do recém-criado Núcleo de Enfrentamento a Pornografia Infanto-Juvenil na Internet, que inclui o treinamento de técnicos do Cedeca no trabalho como "sensores" da pornografia on line. "Ainda dependemos de recursos (para a conferência). Estamos em fase de captação", pondera Aparecida. "Estamos abertos a apoiar projetos que tenham como objetivo ajudar jovens e crianças em situação de risco", diz o embaixador Juneau, que está na Bahia em visita oficial de dois dias.

De acordo com o Cedeca, o fundo canadense voltado para ajuda a países como o Brasil já teria dado o sinal verde para a criação do núcleo. Os canadanses vão doar computadores, um servidor e demais equipamentos utilizados no combate à pedofilia na internet.

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Abuso de Poder
Empresas adotam medidas para evitar problemas com assédio sexual
Catarina Guedes

Da janela do escritório, o diretor apontava para a secretária um carro importado estacionado no pátio. "Quando na vida o seu noivo poderá te dar um desses? Eu posso oferecer isso e muito mais", afirmou. A cena fez parte de dois anos de investidas e cantadas de um dono de concessionária de veículos, em Salvador, sobre a estudante de secretariado e funcionária Maria Cândida*. Aos 21 anos, de casamento marcado e com o emprego ameaçado, Cândida emagreceu oito quilos e caiu em depressão. O tormento piorou depois do seu casamento. De outra vez, em uma alusão ao filme Proposta indecente, o patrão perguntou à secretária se ela não aceitaria relacionar-se com ele por dinheiro. Com o apoio do marido, Cândida pediu demissão e tratou de esquecer o caso.

Maria Cândida engrossa as fileiras das mulheres trabalhadoras que enfrentam caladas o assédio sexual. Uma situação que nos Estados Unidos não poupou nem o presidente Bill Clinton, mas no Brasil sequer é considerada crime. No ano passado, a Delegacia da Mulher registrou nove casos de assédio em Salvador. Tudo leva a crer que esse número esteja longe da realidade. O sindicato das secretárias da Bahia não registra nenhum caso de assédio. "Em oito anos como diretora do sindicato, nunca ouvi falar de nenhum problema com relação a isso", diz a diretora Rita Moreira. Já em São Paulo, apesar de os registros oficiais não serem muitos, a Federação Nacional das Secretárias e Secretários (Fenassec) constatou que, de 5,1 mil profissionais que responderam a uma pesquisa, 24% admitiram ter sofrido algum tipo de assédio dos patrões e chefes.

Há razões para o silêncio. Como nos casos de estupro, a vítima sente-se envergonhada, humilhada e acaba não denunciando o assediador para não expor a si ou à família. Mesmo que denuncie, esbarra em leis e juízes que consideram até o comprimento das roupas da funcionária como um atenuante para o caso. No fim, prevalece a palavra do patrão contra a do empregado.

*O nome Maria Cândida, é fictício para preservar a privacidade da vítima


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